Prêmios

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O primeiro prêmio que ganhei na vida foi um pirulito por ter escrito a primeira palavra, me agarrei nele e to chupando até hoje hahahaha

Depois, já cursando Educação Artística em Artes Cênicas na UnB, venci o Calouradas Populares como melhor intérprete masculino. Ali foi como se estivesse nas nuvens de algodão doce escorrendo mel. Ter o reconhecimento de veteranos acadêmicos dá aquele gostinho de ‘força, querida!’, a necessidade de aceitação gritando.

 

Me mudei de Brasília para a cidade de São Paulo em 2015, exatamente um mês depois venci um dos concursos drag mais concorridos da época, a Rainha da Virada Cultural, apresentado por Léo Aquilla, com Luisa Marilac, Penélope Nova e Shanawara no júri. Num palco no meio do Largo do Arouche, importe reduto para a cena LGBTQIA+ paulistana. Gente! Não existem palavras para expressar o turbilhão que tomava conta do corpo de Mackaylla.

 

Semanas depois, pá! Venci o Drag Contest, realizado no Centro Cultural da Juventude na cidade de São Paulo, apresentado pela drag Dimmy Kieer (nosso Dicesar do BBB 10), dividindo a colocação com minha mana incrível na performance, Calupsyta.

Era como se São Paulo me dissesse ‘meu amor, você chegou, não vai ser fácil. Exijo de você cada fio de cabelo a minha disposição, mas a titia aqui sabe reconhecer’, e assim me entrego a essa cidade que tanto amo.

Anos depois, em 2021, venci o Festival Nacional de Arte Transformista na categoria Stand Up Comedy dentro da Mostra Competitiva Vera Verão, produzida pelo coletivo Distrito Drag em plena pandemia. Como isso me impulsionou a seguir, a ter força, resiliência, coragem, para estar aqui com vocês hoje.

Grata a vida que é babado, confusão e gritaria, mas também é amor, riso e p*taria. Alooooka!!!